Quando vi pela primeira vez o trabalho da Ludmila Loureiro percebi que ela tinha um olhar diferenciado… Naveguei em seu site e me apaixonei pelas suas fotos. Particularmente, as fotos dessa Boda de Ouro que me tocaram de um jeito muito forte! O sorriso da “noiva” e a cumplicidade no olhar do “noivo”, todo o carinho perceptível nos gestos entre eles, a memória incrível registrada nesses momentos… uma lembrança pra gerações e gerações. Maravilhoso!

E a Ludmila veio contar um pouquinho desse dia maravilhoso que ela passou com essa família! Olha que delícia!

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A importância de tudo isso

“Quando saí de Belo Horizonte a caminho de Tremembé/ SP para registrar as Bodas de Ouro do casal Dione & Dalmir não conseguia parar de pensar na importância daquelas fotografias para a família Patto. Fotografar um casamento é dividir com os noivos as expectativas do começo de um novo caminho, primeira casa… Bebês chegando… Conquistas… Enquanto fotografar a celebração de 50 anos de vida a dois é compartilhar a alegria de ver filhos crescidos… Netos crescendo… Casa com cheiro de aconchego… Árvores plantadas em 1962 dando jabuticabas de presente no quintal…

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Uma noiva risonha e um noivo tímido

Aqui, um pouquinho das fotografias que contam a história da minha noiva risonha e seu vestido vermelho cheio de significados, meu noivo suave que mesmo tímido topou fazer o making of e o ensaio com seu chapeuzinho trazido de uma viagem cheia de boas lembranças.

Na hora da volta, dois dias depois, guardei no coração o jeito que fui aninhada com abraços fortes e olhinhos brilhantes…Bem coisa de Vô e Vó.

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A história do vestido vermelho

O vestido vermelho foi uma surpresa que ela fez para o noivo; quando eles se conheceram ela estava de vermelho e nunca mais voltou a usar pois ele ficava meio enciumado, achava exuberante demais… Rs! 50 anos depois ela entra na recepção com seu vestidinho vermelho… E ele adorou a surpresa!

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O dia das Bodas

A neta Paula ajudou no making of do avô na maior alegria, falava o tempo: “Que bonitinho vô… Que bonitinho…”

A cerimônia foi celebrada em uma capelinha que eles freqüentam há muitos anos, lá ficam as freiras enclausuradas amigas do casal que assistiram emocionadas a missa inteira do lado de dentro, longe dos olhos dos convidados.

O ensaio quase não aconteceu! Queria aproveitar a luz da tardinha e sabia que eles não “conseguiriam” mais do que 50 minutos de fotos. Às 16h quando me preparei para começar a sessão vi que eles tinham dormido (a festa no dia anterior foi até bem tarde) um soninho mais gostoso e ninguém teve coragem de acordar… Rezei! Forte! Rs… Deu certo e eles acordaram…!

Com carinho,

Ludmila Loureiro”

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