P.S.: Esse post foi escrito pela Myriam Letícia, que foi minha sócia no Casando em BH e Casando com amor.

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Há algum tempo, vem sendo usada a feliz idéia de trazer junto ao bouquet, como homenagem, a foto de um ente querido (geralmente alguém que já morreu) ou uma jóia de família.

Chamamos esses objetos homenageadores de relicários. Segundo o dicionário, relicário pode ser um cofre, uma medalha, uma bolsinha, um pingente, qualquer objeto onde se guarde RELÍQUIAS.

E é essa a idéia do “relicário” que vem junto ao bouquet da noiva: ser algo que guarde um significado profundo e real, geralmente ligado a alguém da família (um sentimento sincero é uma relíquia! Raízes de família também são relíquias). Esses objetos podem vir (ou não) com a foto de alguém especial. Não é lindo?

A idéia de escrever esse post surgiu porque tenho sido perguntada sobre o relicário que usei em meu bouquet. A Bel também é muito perguntada sobre o camafeu que usou em seu bouquet.

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Em BH, o meu relicário foi alugado na Márcia Marquez. Vejam, é uma jóia em modelo aberto (como um broche), com um local para a foto da pessoa querida:

relicários casamento

foto: Jivago Sales

frufruJá a Bel usou um camafeu em seu lindo bouquet de trigo. Esse camafeu era uma jóia de família e foi presente da avó do marido (pertenceu à mãe dela, bisavó do noivo):

Camafeu da Bel Ornelas

foto: Alessandro Bastos

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Um modelo que tem sido muito usado também é aquele que geralmente é usado em pingentes de pescoço, que se abre e fecha, e tem lugar pra duas fotos.

relicários casamento

fotos: Cristina Lima

foto: La Partie Events

Na foto abaixo, a noiva não usou o relicário no bouquet, mas levou-o no seu pescoço mesmo.

relicários casamento

fotos: Aline Machado