O pedido de casamento que o Vinícius (moço bonito) fez para a Ana (moça bonita), correu a internet! Todo mundo se emocionou (eles foram parar até num programa de TV na época, devido ao sucesso que a história teve. Foi emocionante, criativo e teve dois ingredientes (além do amor, claro!) que deixaram tudo ainda mais especial: fé e família.

Só que eu não vou ficar dando spoiller, né? Nesse post o Vinícius vai contar tudinho – por escrito, em vídeo e com as fotos da Agência Uai.

E se a sua ideia é fazer/receber um pedido de casamento emocionante como o da Ana, preste atenção a cada um dos detalhes. Cada detalhe planejado pelo Vinicius tem um motivo e foi isso que fez a história ser tão especial. É um pedido de casamento realmente personalizado, que só poderia ser deles. Aqui no blog tem um post completíssimo, com mais de 50 ideias de pedidos de casamento para te ajudar a criar o seu, passe lá para conferir.

A Ana Tomich (a noiva da história), que é designer de joias (e faz as alianças e os anéis de noivado mais lindos desse mundo!) encontrou, totalmente por acaso (se é que existe acaso nessa vida…) uma pessoa que, como ela, se preocupa em retratar o amor nos pequenos detalhes. Por isso esses lindos são hoje um exemplo de casal para todo mundo, são inspiradores e fazem tanto sucesso! (a Ana e o Vini falam muito sobre a vida a dois nos insta dela – Ana Tomich – passa lá pra ver, você vai se apaixonar por eles!)

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Eu era um solteiro convicto

“Eu namorei desde muito cedo (16 anos) e emendando namoro atrás de namoro, se foram oito anos e finalmente estava solteiro. Virei solteiro convicto, festas atrás de festas, com um único objetivo: dominar o mundo!

Criei uma marca, #LBÇA… um grupo de amigos com o mesmo objetivo, fazer lambança e assim eu achava que tinha a vida perfeita.

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Na rua Dona Cecília tudo mudou

Um dia, indo pra mais uma festa, parei meu carro em uma rua, Rua Dona Cecília, e passou por mim um carro com um rapaz dirigindo e uma mulher muito bonita de carona. Eles entraram na garagem em frente aonde parei o carro.

Tive a sensação de que a mulher me olhou, mas logo pensei que o ego estava grande demais, afinal ela estava acompanhada. Entrou pra dentro do prédio, vida que segue e eu fui pra festa…

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O lado da história da Ana

A mulher bonita era a Ana, e abro um parênteses para contar o lado dela da história.

A Ana é uma mulher muito especial. Aos 17 anos engravidou, se dedicou a faculdade, formou em Terapia Ocupacional e mesmo com toda responsabilidade de criar um filho tão nova, ela teve coragem de largar tudo, e ir atrás do seu sonho de ser Designer de Joias. Ela vivia um momento especial em sua carreira: sua marca, Ana Tomich Design, estava crescendo, assim como suas vendas e estava realizando seus sonhos, porém o término muito conturbado de uma relação acabou balançando isso tudo.

Esse foi o momento em que nossos carros se cruzaram: quem dirigia era o irmão dela, com quem ela começou a sair buscando momentos de alegria e paz, enquanto tentava andar com sua vida e seguir em frente.

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E não é que ela realmente me olhou?!

E de acordo com ela, algo diferente aconteceu em seu coração e veio uma certeza de que precisava me conhecer.

O irmão dela, como um bom irmão deve ser, foi contra. “Conhecer cara na rua? Isso não é coisa de mulher de família”. Mas diferente de mim, que desisti do que vi e fui para a festa, a Ana é uma mulher muito determinada e conseguiu, com um argumento muito lógico, convencê-lo: “Eu já fiz isso antes? Não! Então pronto! Me responde, se uma mulher de família, trabalhadora e gente boa deixasse um bilhete no seu carro, o que você ia achar?”.

Aí pronto, ele não teve como atrapalhar e ela deixou o tal bilhete no meu carro:

“Olá, Moço bonito. Estava com meu irmão agora há pouco entrando aqui na garagem em frente, quando você estava saindo do carro. Gostei de você. Beijo, Ana.”

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Quando cheguei no carro e vi aquele bilhete…

fiquei desacreditado. Será que era a mulher bonita do carro? Será que ela é bonita mesmo? Putz, mulher que deixa bilhete em carro não deve valer nada (machista pra cacete).

E aos poucos, fui respondendo a essas perguntas. Era uma mulher linda, com um filho lindo, trabalhadora, inteligente, determinada, carinhosa, com valores e princípios iguais aos meus, etc, etc, etc, – posso ficar horas falando.

Mas não foi fácil ver e aceitar isso tudo, afinal, eu estava na vida “perfeita”, certo? E me envolver com uma mulher que é mãe? E acabou de sair de um noivado? Era muitaaaa coisa pra assimilar e absorver. E dessa forma eu acabei enrolando a Ana por 10 meses, até a paciência dela quaseeee acabar e eu perceber que minha vida era boa sim, mas não perfeita e que não podia mais viver sem ela.

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Começamos a namorar e foi um booom.

Tudo bateu, famílias, amigos, ideias, planos, tudo… Em muito pouco tempo já estava claro que ia ser pra sempre…

E assim que essa certeza bateu, começamos a planejar um futuro. Começamos a nos estruturar financeiramente e a olhar apartamento, mas era uma decepção atrás da outra e já estávamos decididos a poupar grana e no futuro procurar novamente.

Mas aí apareceu um último apartamento, antigo, acabado, literalmente destruído! Mas fomos visitá-lo e realmente estava em uma situação péssima, com donos maravilhosos, mas um caco. Isto pra quem não tem visão, eu e a Ana vimos ali um potencial absurdo e tivemos certeza na hora: esse é nosso futuro lar!

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Adivinha o endereço do apartamento?

Ahh… pequeno detalhe… o endereço do apartamento: Rua Dona Cecilia, a rua onde a Ana deixou o bilhete no meu carro!

Fizemos um lance, os proprietários aceitaram, tudo certo, né? Claro que não, deu tudo errado! Logo que começamos a verificar a papelada de aquisição descobrimos que Ana estava com nome bloqueado na justiça, faltava documentação do imóvel, dos proprietários e daí em diante foi uma bola de neve…

Assim que os problemas começaram eu fui atrás de proteção. Descobri que existe uma santa que se chama Santa Cecília, protetora dos músicos e artistas. Comprei uma imagem da Santa Cecília e dei pra Ana (que não havia se atinado para o fato de o apartamento ser na mesma rua), que era um sinal de que eu tinha certeza de que ali começaríamos nosso primeiro lar, e mais que isso, nossa família.

E não é que a Santa Cecilia é boa mesmo? Logo que dei a Santa pra Ana, as coisas começaram a se resolver, nome desbloqueado, documentação regularizada, tudo! Foi impressionante e assim compramos nosso apartamento.

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Só faltava agora o pedido de casamento!

Como disse, a situação em que o apartamento se encontrava era deplorável e quase que imediatamente começamos uma reforma. Com a previsão de entrega da reforma, veio o plano do casamento, mas faltava um detalhe né? Ficarmos noivos…

Nossa história era muito linda e merecia um pedido de casamento à altura. Um pedido de csamento que retratasse todo nosso amor e suas particularidades. A Rua, a Santa, os bilhetes, o(a) Moço(a) Bonito(a). E assim deixei a imaginação fluir.

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Primeiro a data: tinha que ser no dia de Santa Cecília!!

22 de novembro. O conceito já estava pronto, queria pedir a Ana em casamento do ponto de nosso primeiro bilhete, até dentro de nosso novo lar…

Daí foram idas e vindas de como executar isso, de como tornar esse sonho realidade e grande parte foi decidido nos 45″ do segundo tempo, a adrenalina foi à mil… E aí eu pensei: Eu não vou ver grande parte do meu pedido de casamento! A Ana vai ficar tão em choque que não vai ver todos os detalhes! Isso precisa ser registrado e precisa ser bem feito. Eu estava ficando maluco já. Quem ia registrar isso? Como? Mas aí novamente as coisas brilhantemente se encaixaram.

A Ana marcou um encontro com os fotógrafos da Agência UAI, que ela gostaria que fizessem nosso casamento e aí pronto, peguei o cartão do Edu e aí foram algumas trocas de emails e uma reunião com toda equipe poucas semanas antes do dia “D”. Foi sensacional! A troca de ideias e a forma com que a Agência UAI abraçou a história foi impressionante.

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Agora era só esperar chegar a data! Tirei até férias pra conseguir fazer tudo.

Um parênteses para falar do anel de noivado. A Ana é Designer de Joias, e das boas, e é claro, eu não poderia pedi-la em casamento com um anel que não fosse feito por ela. Mas e agora, como pedir uma pessoa em casamento com um anel que ela fez e sem que ela saiba?!?! Calma que tudo tem um jeito: intimei a prima dela (quase irmã) Ana Márcia para ser cúmplice, e ela por sua vez pediu que um colega de trabalho, o famoso Fernando, virasse o falso cliente.

Imagina um cliente que a Ana curtiu! Afinal, o cara aceitava todas suas opiniões, sabia todos os gostos da futura noiva e que por sinal eram iguais ao dela, mágico né? Todo dia a Ana me falava deste Fernando, estava começando a ficar com ciúmes, hahahaha.

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Dia 22 de novembro, os cartazes (bilhetes) feitos pelo meu grande irmão da vida, Guilherme Lima, ficaram lindos! Caio (filho da Ana) acabava de pegar o anel, escondido, e levar pra mim (haja coração), os amigos e familiares que convidei para o pedido de casamento estavam chegando, os balões estavam cheios, as fotos sendo penduradas (até o último minuto): era hora de começar o pedido de casamento.

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Havia falado pra Ana que tinha um almoço na casa do meu chefe, e que a buscaria às onze horas. Faltando 10 minutos, estavam todos posicionados na rua e eu me arrumava para encontrá-la. Mandei o primeiro áudio: “Amor, estou saindo de casa”. Dois minutos depois o segundo: “Amor, desce pela rua da garagem, não tinha como parar em frente ao seu prédio”.

Bom, o resto é só assistir o vídeo.

Vinícius”  

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Lindo demais, né? Tá aí sem saber como pedir a sua namorada em casamento? Venha ver algumas dicas, só clicar!

E aproveite para conhecer as lindas peças que a Ana Tomich cria! Esse novo amor realmente mudou a vida dela, que hoje cria peças tão lindas que só podem realmente serem inspiradas por uma incrível história de amor como a dela e do Vinícius.