A Maiara e o Matheus se casaram em Santo Antônio do Leite, aqui pertinho de BH.

Achei lindo ver, mais uma vez, como uma coisa que à princípio parecia ruim, a chuva, acabou trazendo boas surpresas pra eles. Por isso que eu digo que quando a essência está presente, nada pode dar errado.

frufru

1) O plano era se casar ao ar livre mas devido a chuva vocês tiveram que mudar o local da cerimônia. Como foi essa adaptação?

Como nosso casamento foi em setembro a probabilidade de chuva era mínima, acabamos nem discutindo sobre um plano B. No sábado anterior a chuva começou e não teve promessa pra Santa Rita que a fizesse acabar. A escolha do local, o horário, tudo era em função de um casamento ao ar livre, queríamos uma cerimônia leve…

Quando chegou sexta vimos que mesmo se a chuva parasse não seria viável fazer no gramado, por ele estaria molhado.

A ideia do cerimonial e decoradora foi fazer no primeiro salão da festa, mas nele o nosso “sentido” não haveria. Foi aí que tive a ideia de deslocar as mesas e fazer o casamento dentro do salão principal. O resultado foi ótimo, sofri muito com a chuva mas o plano B deu certo, conversando com as pessoas depois percebi que ninguém achou que não tinha acontecido da forma “sonhada”, e meu marido disse que a maior emoção que ele teve durante a cerimônia ele não teria tido se tivesse acontecido no gramado, que foi a hora em que a porta se abriu para eu entrar.

frufru

2) Vocês se casaram em uma pousada/hotel. Foi mais relaxante? Deu para curtir outras opções de lazer? Fale um pouco sobre essa experiência.

Sim! o maior ponto positivo na minha opinião foi que a festa começou na sexta e só terminou no domingo. As pessoas interagiram entre si e nós tivemos a oportunidade de aproveitar mais nossa família e amigos. Foi ótimo acordar no sábado e não ter que preocupar com deslocamento, com horário…. todos já estavam lá!

Sem contar que quando a festa acabou, um amigo que estava hospedado lá pegou um som e a festa continuou! No domingo, acordamos ainda anestesiados por todas emoções vividas, tomamos o café da manhã relembrando o cansamento, relaxamos na piscina e depois finalizamos com um almoço delicioso.

frufru

3) O que vocês diriam para ajudar os casais a escolherem seu celebrante?

Meu celebrante deu um show, provocou sorrisos e lágrimas! E tenho contato com ele até hoje! Inclusive hoje mesmo ele mandou um WhatsApp rsrs.

Quando estava procurando celebrante tive indicação de vários e senti na maioria muita frieza. Com o Padre Bernardino por email mesmo já criamos um vínculo diferente. O tom da voz dele me transmite paz e isso era um ponto importante pra mim.

Acho que as noivas devem procurar se identificar com o celebrante, assim o casamento fica mais real, mais intenso… Além do que sentimos, ver que todos também foram tocados é muito bom! No vídeo em cada cantinho vemos uma pessoa emocionada, fiquei sabendo que até o fotografo se emocionou!

frufru

4) Tinha um trem na sua festa, um vagão no meio da pista! Mas também tinha um “trem diferente”, uma energia contagiante. Como conseguir isso?

Hahaha eu adorei essa pergunta! De verdade acho que são vários fatores, o primeiro é que eu e Matheus deixamos bem claro que aquele dia seria de festa, e assim fizemos, aproveitamos do início ao fim, não paramos nenhum minuto para nada e acho que isso contagiou.

Temos famílias e amigos bem animados que contribuíram. Acho que estavam todos no mesmo clima, tínhamos poucos convidados que foram escolhidos a dedo e por mais que vários não se conhecessem cada hora uma amiga de um canto passava me contando que ficou amiga de outra amiga de outro canto… todo mundo se uniu e divertiu junto!

frufru

5) Muitos casais acham desnecessários a contratação de um bom vídeo. O que vocês pensam sobre isso?

Eu tenho certeza que as melhores recordações que temos ficam no coração, mas infelizmente com o dia a dia acabamos esquecendo de detalhes que nos fazem ter mais força, mais amor, mais vontade, que faz acender uma chama…

E ver os vídeos traz TODOS os sentimentos à tona, sempre me emociono ao vê-lo. Acho que é uma recordação única e especial.

Maiara”