Esse blog novo tá demais, só casamentos inspiradores, para deixar todo mundo encantado!

O casamento da Paulinha e do Renato aconteceu no Morro do Chapéu, cenário aqui pertinho de BH que a gente ama (falei “a gente” porque eu sei que vocês amam também!).

As fotos divinas de Val + Wander me deixam bem arrependida de não ter me casado lá (já contei para vocês essa história? Me ofereceram o local e eu simplesmente não quis. Porquê? Nem eu sei. Ô burrice!!!).

Agora eu morri de rir foi com o relato da Paulinha. Ela contou que a mãe dela foi usada como termômetro para escolher os fornecedores. Isso porque a mãe é muito sensível e se ela chorasse na reunião com o profissional, a Paulinha assinava o contrato! Hahaha, não é demais? Certeza que a Clarinha vai poder me “usar” dessa forma no casamento dela.

Brincadeiras à parte, muito inteligente da parte do casal procurar por profissionais que, além de preço, ofereciam verdade e sentimento. Tem que ter afinidade, né?

frufru

Nossa história de amor

Eu e o Renato, namoramos muito tempo, foram 8 anos e meio até o pedido de casamento , e mais 1 ano e meio de preparativos.

Começamos o namoro, relativamente novos, com 18 anos com muitos sonhos, anseios e desejos! Amadurecemos muito e crescemos juntos nesses anos, sempre apoiando e querendo ver e fazer o outro feliz!

Sempre soubemos aproveitar os momentos livres, viajamos muuuuuito, curtimos cada segundo da nossa vida, nosso namoro nunca caiu na rotina, curtimos muito nossos momentos a dois, mas também amamos estar rodeados por amigos e família. E cada dia e ano, nos fortalecíamos mais, o casamento veio no momento certo, no momento que estávamos prontos para novas responsabilidades, e por isso foi tudo muito tranquilo.

Nosso amor é de outras vidas, tínhamos certeza que iríamos casar e unir nossas famílias, mas nunca tivemos pressa, deixamos as coisas acontecerem até que a hora certa chegasse.

frufru

O pedido de casamento

O pedido já foi maravilhoso, diante da vista do Parque Amantikir, em Campos de Jordão, o Renato fez o pedido a moda antiga, surpresa para todos nós, pediu para meus pais e em seguida para mim. Foi lindo e muito emocionante!

Foi uma das maiores emoções (antes do casamento, claro), eu fiquei sem reação, é uma felicidade que não dá para explicar, olhava para ele sem acreditar que era verdade, sorria muito, enquanto minha mãe chorava e meu pai tentava tirar foto!

Após o pedido, começamos os preparativos. Eu trabalho com eventos, então queria estar à frente de tudo, fiz as pesquisas de fornecedores, defini quais estavam dentro do nosso perfil, marquei as reuniões, montei o cronograma de atividades, planilha de custo, e foi muito prazeroso!

As famílias se envolveram muito também, e no grande dia, esse amor estava presente na cerimônia e na festa, com uma energia inexplicável que todos comentaram durante a festa e até hoje falam com a gente.

frufru

Minha dica mais importante

Pesquisamos muitos cada fornecedor, porque queríamos que tudo saísse da melhor maneira, pois era um dia muito especial para nós. E essa é a dica mais importante que dou para todos que me perguntam, não adianta escolher o fornecedor apenas pelo preço ou por indicação, você tem que ter sintonia com eles, e eles entre eles, também é muito importante.

O resultado está aí, duas famílias que se amam muito e se uniram, somando amor, companheirismo, felicidade e um filho para meus pais e uma filha para os pais do Renato.

Aiiiii falar desse dia é sempre muito gostoso e emocionante…

O casamento foi no Morro do Chapéu, dia 10/06/2017, e pelas fotos dá para perceber a linda energia que vivemos !

frufru

Nunca tive vontade de casar na Igreja

Nunca tive vontade de casar na Igreja e o Renato compartilhava da mesma ideia.

Queríamos uma cerimônia linda, com uma celebrante que falasse da nossa história, num local maravilhoso, durante dia, pois nada se compara a luz do dia, e não tínhamos dúvidas que esse local era o Morro do Chapéu.

A vista, lembrava a do pedido, em Campos do Jordão, só de ficar olhando já nos trazia uma paz, um sentimento gostoso no coração.

Cerimônias ao livre sempre dão frio na barriga e insegurança devido ao tempo, pode chover, ventar, fazer frio, e no nosso caso era nas montanhas e no inverno.

Estávamos preocupados com o frio, mas na semana do casamento a temperatura subiu, o sábado amanheceu maravilhoso, com aquele céu azul e sem nuvens de inverno, com um leve ventinho, clima perfeito para nossa cerimônia.

frufru

Preparamos tudo com muito carinho e amor.

Queríamos ficar bem à vontade na festa, curtir cada segundo, e tudo foi pensado nesse contexto.

Com a criatividade e sensibilidade da Julia do Museu de Grande Novidades, criamos um ambiente acolhedor, parecendo uma casa, bem a nossa cara, com ambientes gostosos, detalhes, harmonia das cores e claro, as gambiarras que era minha paixão e conseguimos que elas piscassem, tirando a tradicional boate de globos, e incluímos essas luzes que foram um charme a parte.

frufru

A festa tinha que ter a nossa cara e não só da noiva

Minha mãe e irmã eram nossos amuletos, estavam com a gente em todas as decisões, porque o Renato, também participou ativamente de todas as escolhas, opinou, esteve presente, pois a festa tinha que ter a nossa cara e não só da noiva, como acontece muitas vezes.

Minha mãe, sempre a mais emotiva, brincávamos que se ela chorasse é porque tinha que fechar o contrato. Ela não mediu esforços para que tudo estive lindo e impecável. Fez todas as pulseiras de tricot que foram entregues como vale chinelo ( e depois poderia ser usado como marca livros), os pulôveres dos pajens ( fazia, desmanchava, refazia até ficar perfeitinho), o porta aliança de coração ( fez aula para aprender a fazer, porque vi uma referencia e queria de toda forma, mas com os pontos dela, que tinha certeza o amor que estaria ali, para ser levado e entregue pela minha afilhada, Marina), de ultima hora inventei de ter uma cordinha envolvendo todos os convites e ela correu para comprar a linha e fazer a tempo)

E o final é esse, dá para ver nas fotos a minha felicidade, a do Renato, nossa admiração e amor pelo outro, algo inexplicável, duas famílias que se amam muito e se uniram, somando amor, companheirismo, felicidade e um filho para meus pais e uma filha para os pais do Renato. Fizemos questão de entrar com nossos pais, pois sem eles nada disso teria acontecido, e era importante para nós estarmos de braços dados com eles, que iniciaram toda essa história quando nem imaginávamos que um dia iríamos vir para esse mundo e nos conhecermos.

Bjs,

Paulinha”

Paulinha & Renato from Olga Filmes on Vimeo.

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