O encontro delas era improvável mas aconteceu. Destino ou acaso, não sabemos. Elas chamaram de sorte. Mas sorte mesmo é a nossa por poder assistir de camarote o sim dessas duas.

A Vanessa e a Moema se casaram durante o dia, com direito a família emocionada abençoando a união e detalhes personalizados que deixaram tudo do jeito que elas queriam.

Mas o mais bonito de ver – ou melhor, de ler – foi como elas conduziram os preparativos do casamento. Exatamente como deve ser: se preparando para o casamento. Como? Se encontrando nas divergências, se entendendo e se conhecendo a cada impasse. Não é assim que a gente se prepara para o casamento? É.

Por isso que eu digo que esse momento é importante e mágico. Engana-se quem acha que está simplesmente preparando uma festa. Apure seu olhar para perceber que vocês estão fazendo muito mais do que isso. Estão sim, junto com a família e os amigos, se preparando para o que está por vir. Por isso não é fácil. Mas ó: vale a pena.

frufru

Quando nos conhecemos

“Quando nos conhecemos as duas estavam comprometidas. Foi no futebol, por meio das nossas então namoradas que eram amigas. Nada aconteceu, claro! Depois de três anos nos reencontramos, desta vez, solteiras. No Tinder!

E estamos juntas há um ano e dez meses. Foi uma sorte, pois nunca frequentamos os mesmos lugares. E essa sorte regamos todos os dias com muito companheirismo, amor, respeito e paciência.

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Um pouco sobre nós

Uma é jornalista ligada às artes e ao universo abstrato, a outra cirurgiã geral que vive no mundo da praticidade e precisão.

O que poderia nos distanciar acabou nos unindo, pois uma estimula e encoraja a outra a descobrir novos caminhos. Nos entendemos nas nossas diferenças.

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O pedido de casamento

O pedido de casamento veio aos 5 meses de namoro, por parte da Moema, em uma segunda-feira despretensiosa em casa. Com direito a balões, anel e uma garrafa de vinho.

Moema queria casar somente no cartório, e Vanessa queria compartilhar esse momento com amigos e família em uma cerimônia com direito a festa.
Chegamos na decisão de uma cerimônia intimista para 100 pessoas. E Moema acabou gostando da ideia mais do que imaginava.

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Organizando o casamento

O processo de organização do casamento durou 8 meses. Não queríamos nada prolongado demais. Nesse tempo, quase nunca concordávamos logo de cara sobre forminhas, decoração, buffet ou qualquer que fosse o assunto, a não ser a fotografia (Luiza Villarroel), música (Bless) e cerimonial (Helisa Augusto), que foram unanimidade.

Todos os dias buscamos encontrar o caminho do meio, algo que seria a cara de cada uma, e ao mesmo tempo do casal. Foi um processo de autoconhecimento e de voltar o olhar para o que realmente importa. O que poderia gerar discussões e grandes conflitos nos rendeu boas risadas e mais compreensão. Cada uma abriu mão de algo em prol do todo.

Então, pra gente esses oito meses tiveram um sabor especial. Curtimos olhar tudo juntas. Não teve nada que passou sem que as duas dessem sua opinião. Foi um momento de nos entendermos ainda mais enquanto casal.

Tivemos a sorte de encontrar fornecedores super empáticos e entregues ao encontro. Não é fácil, pois o mercado de casamento muitas vezes é cruel. Mas conseguimos!

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O dia do casamento

Então o dia 30/03/ 2019 chegou e aconteceu no Espaço Garças Pampulha. O local deu todo o ar do que queríamos. Algo íntimo e com o aconchego de uma casa.

Estávamos muito presentes naquele dia. Ficamos atentas a cada palavra da celebrante Flávia Ayer (Amor Sempre Vivo), que conseguiu traduzir o que somos de uma forma única. Falou de um amor universal, que transpõe barreiras e é cura. Éramos três mulheres naquele altar e isso é muito significativo nos dias de hoje. Por falar nisso, 98% dos nossos fornecedores foram mulheres.

frufruNossa cerimônia

A cerimônia foi importante em vários níveis. Para nós foi verdadeiro, intenso e regado a muito amor e aceitação. Não teve sensação melhor do que ver nossos pais emocionados e se apropriando daquele momento que também era deles. Uma prova de amor real e palpável. Nossos irmãos e amigos emocionados.

E na festa, todos na mesma energia e reverberando amor. Pode parecer piegas, mas foi real. Para onde olhávamos só tinha gente que nos conhecia muito bem, do nosso convívio diário e que amamos.

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Um ponto para onde olhar

No fim, uma sensação de alma lavada, de um laço forte que só aumenta e agrega. Sabemos que nem tudo serão flores na nosso caminho, e quando as dificuldades aparecerem sabemos que o dia 30/03 é um ponto para onde olhar, para lembrarmos de tudo que realmente nos importa na vida.

Se teve algo que deu errado? Sinceramente, não.”

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