Às vezes a gente precisa testar o amor para ver se ele é de verdade mesmo. E às vezes o próprio destino faz isso com a gente. Muda as condições para ver se o sentimento resiste. Ou talvez ele faça isso só mesmo para a gente perceber o quanto o que sentimos é forte.

E a vida fez e aconteceu com a Patrícia e o André. Muitas idas e vindas, voltas e reviravoltas para que eles finalmente entendessem que o que acontecia entre eles era coisa pra ficar. Era sentimento do melhor tipo, era amor. E amor daquele tipo que vira família. Teve casamento, uhuuu!

Obs: e casamento com fada madrinha que é melhor ainda! Tô falando da Silvinha, da Porteventos, que é uma assessora aqui de BH que faz que nem o destino: vira e revira até que tudo aconteça do jeitinho que os noivos sonham  😉

frufru  

“Nossa história percorreu quilômetros e ainda resiste a eles…

Tudo começou com a tão sonhada posse da Patrícia em um cargo público em junho de 2012. A alegria da conquista se juntou ao medo. É que a sua independência foi parar em um lugar muito, muito, mas muito longe. Mas lá foi ela… O destino do trabalho era Peixoto de Azevedo. A moradia ficava em uma cidadezinha fofa chamada Matupá, a 8 km de Peixoto, tudo ali no nortão do Mato Grosso, colado no sul do Pará.

frufru

Sim, a cidade era fofa.

A primeira impressão de Matupá foi de surpresa e encantamento. Patrícia e sua mãe, fiel escudeira, lá chegaram juntas para conhecer aquele lugar tão distante.

Enquanto Patrícia ia trabalhar, Letícia, sua mãe, rodava pela cidade e ficava cada vez mais encantada. Na Vara do Trabalho, o clima também era de aconchego e acolhimento. Gente de todo Brasil!

E foi lá que Patrícia e André se conheceram. Por um acaso (ou não) ele de Campinas e ela de Belo Horizonte (Recifense, mas Belorizontina há 16 anos) prestaram concurso e foram se encontrar lá em Peixoto de Azevedo. Eles não se esquecem de quando o Diretor bateu na porta da sala de André para apresentar a nova servidora. Ela sorriu para ele. Ele pensou no sorriso dela. E ela gostou do que viu.

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Do nada, uma tromba d’água arrastou Patrícia pedra abaixo

Foi quando em uma das confraternizações do Trabalho os dois engataram uma conversa. Pareciam ter esquecido todos em volta (isso é o que dizem as testemunhas rs). O cenário era convidativo: um churrasco à beira do rio. Lá pelas tantas, decidiram entrar na água e sentaram numa pedra. A água descia calmamente, quase que acariciando os dois. Começaram a conversar mais próximos e…

Não, não se beijaram. Do nada, uma tromba d’água arrastou Patrícia pedra abaixo. André saiu correndo pela margem desesperado tentando acompanhar a queda para não perdê-la de vista. Ela conseguiu parar sustentando seu pé em uma das rochas, o que lhe custou uma unha e vários arranhões. Foi tenso! Maaaaas passado o susto, tudo começou…

Ficaram juntos algumas vezes e começaram a namorar. Mas muitos obstáculos viriam: inseguranças, medos, términos, dúvidas… E assim Patrícia foi embora do Mato Grosso em 2013…

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Ela foi chamada em outro concurso no Ceará.

O namoro estava estremecido e a ideia era tentar à distância e, dando certo, ela voltaria para o MT, de onde André nunca pretendeu sair. Parecia mais prudente do que não ir… O Ceará era perto do seu pai, que mora em Recife, o que a deixava mais segura.

Só que a experiência foi muito dolorosa… Aurora, no Sertão, era o oposto do Norte do MT, tão cheio de promessas e de futuro. Também não era tão fácil ir para casa do pai: o aeroporto de Juazeiro do Norte ficava a 3 horas dali e nem sempre tinha transporte. Somado a isso, a dor do término da relação no meio do caminho.

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Foi quando o TRE-SP chamou Patrícia e ela foi-se embora de novo…

Agora, para o Estado natal de André. Depois de três meses terminados, ele foi até Orlândia-SP onde Patrícia estava morando para conversarem. E no dia 29/08/2013 eles resolveram reatar. A partir daí, tudo fluiu melhor: a relação se fortaleceu, solidificou e amadureceu.

Em 2015, Patrícia conseguiu uma permuta e voltou para Belo Horizonte. Foi quando eles decidiram que era hora de se casarem. Ela voltou para casa e agora vai voltar para outro ponto de partida: o Mato Grosso, aquele lugar para onde ela voltaria se tudo desse certo…”

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